Do lado dos Azzoni, todo mundo é muito chegado em música, mesmo que apenas curtindo , cantando, sentindo tudo o que ela é capaz de proporcionar de bom. Tenho um tio (Adair) que canta muuuuito, conhece todas as serestas, sambas-canção e outros rítmos. O pai dele, meu vô Miro, assobiava o dia todo lindas canções, batucava com os dedos, adorava as bandas. O vô Miro, quando jovem, tocava bateria no primeiro Jazz Band de Campinas, mas esse tipo de música sofria preconceito e só tocava em circo ou lugares não muito conceituados...rs O pai deste, meu bisavô italiano, tinha uma banda e tem até uma rua com o nome dele em Campinas, rua 'Maestro Ágide Azzoni' (foto: ele está no meio, de bigode, com a batuta na mão; a foto do Jazz Band sumiu). Nossa, que confusão...falei de três homens, três gerações, todos 'músicos de coração'. E tem uma curiosidade dos Azzoni: a tradição dos nomes dos homens começarem com 'A'.
Minha irmã Ana, que tem uma memória absurda (inclusive musical), leu "Minha História I" e me lembrou dos outros sobrenomes que fazem parte da nossa árvore genealógica: Longhini, Filippi, Gazzola.
Baci